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    sexta-feira, 26 de março de 2010

    Libertad de expressión a Yoani Sánchez!!!!

    DHL o cómo se apoya a la censura

    dhl

    Imagen tomada de: http://media.photobucket.com/

    Hace un par de años fui a la oficina de DHL en Miramar para enviar unos videos familiares a unos amigos en España. La empleada me miró como si pretendiera trasladar a otra galaxia una molécula de oxígeno. Sin siquiera tocar el casete MiniDV, me dijo que la filial habanera sólo aceptaba transportar modelos VHS. Pensé que se trataba de una cuestión de tamaño, pero la explicación de ella fue más sorprendente: “Es que nuestras máquinas para visualizar el contenido sólo leen casetes grandes”. Ante mi insistencia, la mujer sospechó que en lugar del rostro sonriente de mi hijo, yo quería remitir “propaganda enemiga” al extranjero.

    Regresé frustrada a casa –adonde nunca me llega correo regular– y pasado un tiempo estuve otra vez necesitada de los servicios de esta empresa alemana. Ante la imposibilidad de viajar a Chile para presentar mi libro Cuba Libre, laeditorial me remitió, hace pocos días, diez ejemplares en un sobre con la palabra “express”. Ni las numerosas llamadas telefónicas a la oficina de la calle 26 esquina 1ra, ni mi presencia allí, han logrado que me entreguen lo que es mío. “Su paquete ha sido confiscado” me han dicho hoy en la mañana, aunque en realidad debieran haber sido más honestos y confesarme “Su paquete ha sido robado”. Aunque se trata de los mismos textos que, sin echar mano de la violencia verbal, he ido publicando en la Web desde hace tres años, los censores de la aduana lo han tramitado como si fuera un manual para fabricar cocteles Molotov.

    Ahora que los titulares de todo el mundo cuentan el fin del contubernio entre Google y la censura china, las empresas extranjeras radicadas en Cuba siguen obedeciendo los filtros ideológicos impuestos desde el gobierno. Con sus aires de eficiencia, su tradición de inmediatez y sus frases al estilo de “Keep an eye on your package”, DHL ha aceptado una tabula política para medir a sus clientes. No hacerlo le valdría la expulsión del país y la consiguiente pérdida económica, de ahí que pasen por alto la inviolabilidad del correo y miren hacia otro lado cuando alguien demanda que le devuelvan lo que le pertenece. Los colores rojo y amarillo de su identidad corporativa nunca me habían parecido tan estridentes. Al mirarlos hoy siento que en lugar de celeridad y eficacia nos están advirtiendo: “¡Cuidado! Ni siquiera entre nosotros tu correspondencia está segura”.

    terça-feira, 23 de fevereiro de 2010

    Leal e desvalorizada cultura ...

    Sob o título de ...

    Porto Alegre está encolhendo ... segue o texto de Claudia Laitano....

    O Segundo Caderno de hoje publica uma reportagem sobre o fechamento da Sala Norberto Lubisco, da Casa de Cultura Mario Quintana. Na mesma

    edição, a colunista Rosane Oliveira dá o furo do dia na área de Cultura: a secretária Monica Leal pediu a exoneração do historiador Voltaire Schilling,

    que até então dirigia o Memorial do Rio Grande do Sul. Por que a Sala Norberto Lubisco fechou?

    Por que a administração do Memorial estava desagradando a secretária? Essas deveriam ser as questões em pauta, mas não são, porque, na verdade, pouca gente vai à Sala Norberto Lubisco ou ao Memorial. Esses como outros centros culturais ligados à administração pública estadual já estavam em marcha lenta quase parando há muito tempo: a sala de cinema sem uma programação realmente alternativa, e o Memorial

    porque até hoje ninguém soube bem o que fazer com ele (ou dentro dele). Podemos colocar a culpa na Sedac, no fato de a secretária Monica Leal não ter intimidade com a Cultura ou na constatação óbvia de que o atual governo do Estado não considera a área cultural um assunto realmente relevante, mas é preciso levar em conta que boa parte da culpa desse marasmo é de todos nós que vamos ao cinema e frequentamos (ou gostaríamos de frequentar) centros culturais. Minha sensação é de que Porto Alegre está “se apequenando”, se conformando com o marasmo da cena cultural como um todo, com poucos cinemas com programação fora do mainstream, com poucos centros culturais atuantes, com pouca ou nenhuma política cultural pública. A cidade está encolhendo, e nós com ela. E a área cultural é o melhor indicador desse fenômeno.


    quinta-feira, 18 de fevereiro de 2010

    Se esta rua fosse minha ou Prefeitura põe o público na Privada...


    O casal acima está sofrendo que a modernidade chama de Globalização, Neoliberalismo, entre outras nomenclaturas pós-modernas.
    Mais que tudo, no entanto é o como se une a Classe Média de um bairro burguês, O "jornal" da cidade e um Clube Privado que serve a esta burguesia e pior, com o apoio da Prefeitura e seus capangas.
    Seguindo os fatos temos publicada uma notícia onde a Prefeitura "na boa", generosa, cede UMA
    O "JORNAL"
    RUA INTEIRA para o Clube Náutico União.
    Recompensa: cuidar de uma praça próxima, sabe-se lá como, quando, quanto...
    O "JORNAL"
    SE ESTA RUA FOSSE MINHA...o "problema": moradores de rua ocupam há alguns anos a praça e a rua. TAlvez porque adorem como afirmou estes dias o Moacir Scliar (mesmo "jornal").
    Agora vem esta notícia difamando e chamando de fedorentos Os Josés e Marias das Ruas doadas pela Prefeitura boa e que decerto levou no bolso, para seus Secretários alguns títulos vitalícios do Clube Burguês...
    Assim como o Chafariz e o Zoo da Redenção agora têm dono. Assim como a Orla do Guaíba têm dono e dentro em pouco terá seus espigões.
    Wait a minute! Os moradores da rua não têm dono, apesar de ter o polegar opositor, o problema é a falta de dinheiro.
    Uhm... Liberdade é uma palavra que o sonho humano alimenta, que não há ninguém que explique e ninguém que não entenda (Cecilia Meireles in Ilha das Flores by Jorge Furtado).
    Vou dar uma tecladinha lá no site do Ministério Público e ver se eles compram a briga...
    Siga os links...


    sexta-feira, 13 de novembro de 2009

    segunda-feira, 9 de novembro de 2009

    mulheres limitadas



    Estranhando a relação de figuras e tão vasto interesse pelo sexo oposto?
    Calma! Nada feito para abalar as mentes ocupadas dos alunos da UNIBAN, nem dos afoitos ou nem tanto leitores da Feira do Livro de Porto Alegre ou sequer os velhinhos puritanos de outra Feira do Livro, esta em Braga, Portugal no início do ano.
    Nesta última, leitores se viram ofendidos por obra lançada com capa reproduzindo quadro de 1866 de Courbet! Ao centro detalhe de marca páginas de campanha publicitária da Feira do Livro de Porto ALegre, cujo tema já rendeu três artigos num jornal da cidade. Um contra a campanha com as pernas. Outra apoiando os publicitários. E uma terceira criticando a censura ao texto censurador.
    Por último, e não menos polêmica a perseguição à estudante Geyse por alunos e alunas enlouquecidos durante uma noite quente de São Paulo, somente pela moça estar trajando o modelito acima. Resumo da ópera? a moça foi considerada culpada pela "Universidade?" e expulsa!!!!
    Ficam os links para quem quiser entrar na balada e as perguntas: Somos donos do limite da moralidade? Qual moralidade? O que é limite? O que para alguns é motivo de vulgaridade (uma cinta-liga), para outros é a realização da emancipação (liberdade de aceitação do próprio corpo)?

    sexta-feira, 6 de novembro de 2009

    Entenda o aumento de salário do governo gaúcho!

    A magia dos números em suas mãos!

    Acredite no governo!





    um oferecimento:

    pitágoras pentagramius

    sexta-feira, 16 de outubro de 2009

    Musicircus



    Musicircus
    Dia 17 de outubro
    Cais do Porto – Armazém A7



    A 7 ª Bienal do Mercosul convida artistas de todas as disciplinas para participar da performance Musicircus, criada por John Cage e realizada pela primeira vez em 1967, na Universidade de Illinois. O evento vai reunir músicos, artistas sonoros, atores, intérpretes, poetas, artistas plásticos e muitos outros, num evento de pura imagem e som.

    Musicircus reúne muitos dos principais conceitos de Cage. Sua primeira edição foi realizada com uma seleção de músicos, artistas, compositores, bailarinos e poetas em um grande espaço, onde a audiência tinha a liberdade de circular livremente. Um espaço repleto de luz, projeções de imagem e som, complementado por bebidas e petiscos, como em um circo. A intenção de Cage foi criar uma situação em que tanto a criação artística quanto a experiência do público pudessem ser compartilhadas, sem ditar uma estética única ou superior as demais. Sua principal preocupação foi demonstrar, num contexto real de espetáculo, que tanto a produção quanto a experiência da música devem ser processos colaborativos e inteiramente democráticos, que não podem ser regidos por um ego dominante. O resultado foi um ambiente de improvisação simultânea tanto de intérpretes quanto de público, onde cada indivíduo presente possuía autonomia, dentro de uma composição global de múltiplos estímulos.

    Por outro lado, Musicircus é também um exemplo de como Cage estimulava a recreação, tendo sido sua esperança que este evento (entre outros) pudesse ser realizado em qualquer tempo ou lugar, sem a sua presença, mas apenas seguindo o princípio básico que ficou estabelecido durante a primeira manifestação; neste caso, em 1967. Desde então, essa performance foi realizada inúmeras vezes - em San Francisco, Chicago, Melbourne, e Londres, entre outras cidades - tanto antes como depois da morte de Cage. É em sintonia com estas idéias que a 7ª Bienal do Mercosul realizará Musicircus no Cais do Porto, em Porto Alegre, no dia 17 de Outubro de 2009. A realização deste Musicircus será possível graças ao inestimável aconselhamento e orientação de Laura Kuhn, diretora executiva da John Cage Trust, em Nova York.

    A participação é espontânea e a 7ª Bienal do Mercosul não irá remunerar os artistas interessados, nem mesmo cobrirá despesas de viagem/ transporte. Após o período de inscrições, um calendário do evento será criado ao acaso, sob a orientação do I Ching. Os artistas selecionados serão informados com antecedência sobre quais obras serão executadas, bem como sobre sua localização para cada performance, e seu tempo de participação no evento. A inscrição é aberta a todos os artistas com base em Porto Alegre, bem como aqueles de diversos países e origens que participam na 7 ª Bienal Mercosul. Também é aberta a seguidores de John Cage, interessados em sua vida e de trabalho, onde quer que estejam.

    Núcleo 5
    17:00 – Bailarinos que dizem Ni – Adernove – dança contemporânea
    17:30 – Paulo Vega Jr. – Sinta o espaço – Performance
    17:52 – Carlos Pinto – Máquina do Tempo – Performance, dança, teatro
    18:24 – Fernanda Bec e Laura Bortolazza – Peso – artes visuais
    18:52 – Analivia Cordeiro – Strep Tease ao acaso – dança moderna contemporânea
    19:40 – Mariana Konrad – Palavras entre atas – performance artística


    Núcleo 8
    17:00 – Mariana Konrad – Está Precisando de Alguma Coisa? – performance artística
    17:28 – Patrícia Soso – O chamado – performance artística corporal
    17:54 – Contraqueda – Estado de Espera – circo urbano
    18:16 – Carlos Pinto – Hip Hop – dança hip hop
    19:26 – Grupo Mantra – A Dança Sagrada e a Música do Coração – arte indiana – música e dança